Prezado Adilson:
Acabei de ler o seu artigo Liderançanas pequenas e médias empresas publicado na revista "SaúdeBusiness" - Ano 03 - nº 13 e aproveito a oportunidade para lhe felicitar pelo modo objetivo e sucinto utilizado por você para discorrer sobre "modelos mentais", "planejamento", "sucesso" e "comportamento humano", sobretudo quanto à inter-relação desses aspectos nas diversas práticas adotadas pelas empresas, atualmente.
FREAKONOMICS – O LADO OCULTO E INESPERADO DE TUDO O QUE NOS AFETA
Autor: LEVITT, Steven D.; DUBNER, Stephen J.
Ano: 2005
Editora: Elseviers
Por Bruno Mathias (
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Esse é um livro, digamos, diferente, como o próprio nome o denota. Não encontramos clichês, tampouco alento sobre nosso conturbado cotidiano.
A dupla de autores (Levitt, um economista excêntrico, e Dubner, um jornalista) nos mostra um trabalho desse economista incomum, em uma linguagem bem interessante. O foco desse trabalho é questionar a “sabedoria comum”, e estabelecer relações nunca imaginadas.
Passando de questões interessantes e curiosas, como “O que os professores e os lutadores de sumo têm em comum?”, àquelas mais inquietantes sobre a redução da criminalidade ou “O que faz um pai ser perfeito?”, descobrimos o que significa explorar novos horizontes para fugir de respostas triviais.
E, assim, é exatamente nesse ponto que reside a maior qualidade dessa obra: o incentivo a novos olhares sobre assuntos comuns, a mudança do sentido da linha de raciocínio para se encontrar novas respostas.
Como os próprios autores concluem, após essa leitura, talvez passemos a questionar muito mais os acontecimentos. “Muitas dessas perguntas não nos levarão a coisa alguma, e outras produzirão respostas interessantes e até mesmo surpreendentes”.
Seja como for, uma coisa é certa: se for possível produzir uma expansão na forma de pensar, de refletir sobre os fatos, comportamentos e atitudes, a leitura terá valido a pena.
Por Leandro Machado (
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Este livro vem demonstrar a real importância de “enxergar” o mundo. Certamente existe uma grande diferença entre ver e enxergar.
Seria incoerente fazer tal afirmação? Dizer que muitas vezes olhamos e não enxergamos? Talvez não. Vejamos alguns exemplos:
Talvez por uma questão cultural que vem sendo lentamente implantada em nossa mente dia após dia, não conseguimos enxergar a verdadeira imagem que nossos olhos focam.
É como se estivéssemos sendo anestesiados por uma droga lenta e contínua que nos remete a ver a vida com normalidade, que nos ensina que o sofrimento e dificuldades somente existem quando sentimos na pele, que nosso semelhante não sofre com tais problemas e se sofre problema dele.
Como meu grande amigo Bruno descreveu perfeitamente no início do texto, talvez após a leitura deste livro passemos a questionar mais e mais os acontecimentos, e tenho certeza, nossos questionamentos podem incomodar muita gente e principalmente revelar novas perspectivas.
E o que pretendo dizer com “nossos questionamentos podem incomodar muita gente”? Quero dizer que isso afetará a “zona de conforto” de quem está ao nosso redor, e isso incomoda e muito.
Temos intrínseco um espaço que delimitamos como nossa “zona de conforto” e um espaço que entendemos como “zona de questionamento”. Geralmente, claro que inconscientemente, tendemos a fugir da “zona de questionamento” pois, o que entendemos (“zona de conforto”), dominamos e assim podemos influenciar pessoas.
Mesmo antes de lerem o livro, recomendo um exercício a todos. Sugiro expandirem sua zona de conforto, não de maneira brusca, mas aos poucos, lentamente.
Para começar faça uma relação mental de tudo que você não faz porque não gosta. Depois, passe a fazer pelo menos uma dessas coisas todos os dias.
- Pode ser uma pessoa de seu trabalho que você nunca cumprimentou por pensar que ela “não vai com sua cara”;
- Pode ser uma ligação que você sempre repasse por entender que não tem conhecimento total para prosseguir com o atendimento;
- Pode ser eliminar a buzina e conceder passagem a todos os carros que lhe solicitarem;
Enfim, faça algo diferente todos os dias e perceba ao final do dia como isso lhe fez bem, você estará expandindo sua “zona de conforto”.
Você quer ter uma liderança positiva? Confira dez dicas que o ajudarão a alcançá-la.
1. Atrair – Recrutar e selecionar pessoas com conhecimento, habilidades e atitudes positivas é papel do líder, porém só se consegue talentos para o time se a empresa e as lideranças tiverem valores fortes para passar adiante.
Quando falamos em eficiência e eficácia logo vêm à mente as palavras: objetivos e processos. Será que é possível ser eficiente e eficaz, ou seja, ser ágil, rápido nos processos e alcançar os resultados almejados quando estamos executando algo que não nos preenche?
Autor: Ken Blanchard (www.kenblanchard.com.br)
A fidelidade dos clientes é fator fundamental para o sucesso de uma organização. Perder um cliente é altamente prejudicial para os resultados financeiros de uma empresa. O custo de angariar um cliente novo facilmente supera em seis vezes o custo de reter um cliente já existente.
Uma das maneiras mais eficazes para que os gerentes e colaboradores que tenham contato direto com os clientes possam aumentar a fidelidade dos mesmos é prestar atenção nas “horas da verdade” que ocorrem diariamente nas situações de trabalho.
LED ZEPPELIN IV, 1970
Por Anderson Pinheiro (
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O Led Zeppelin IV, como mesmo diz, é o quarto álbum dos britânicos do Led Zeppelin e um dos mais conceituados até hoje. Foi lançado no dia 8 de novembro de 1970.
Outros nomes usados para o disco são: Four Symbols ou The Fourth Album. É um dos mais vendidos da história com estimadas 37 milhões de cópias ao redor do mundo. ]
"O processo de coaching me fez rever conceitos que já havia escutado, a tomar posições e encarar 'desafios', colocar e buscar metas pessoais. Além de me ajudar a crescer profissionalmente,
ADILSON SOUZA*
PARA A LIDERANÇA
Nos últimos tempos percebe-se uma preocupação e atenção com a construção e consolidação da Marca, e aqui ainda me refiro à marca empresarial. E isso não diz respeito apenas às grandes corporações, as micro, pequenas e médias empresas também estão atentas. Mas o meu propósito nesse espaço é provocar e desafiá-los a algumas reflexões, em especial no que tange a nossa Marca Pessoal. Você já parou para pensar “O que faz as pessoas lembrarem de você?”; “As lembranças que as pessoas têm de você é a que você gostaria de ter?”
A EstAção RH nasceu em 18/01/2000, fruto do sonho, experiência e empreendedorismo do Prof. Adilson Souza, dada a sua vivência profissional e paixão pela capacidade humana de transformação e realização. O objetivo, portanto, desde o início, é o de oferecer às organizações um trabalho sério e eficaz nas soluções de gestão estratégica de pessoas, visando o progresso e sucesso organizacional.
Nesse período, a Consultoria conquistou junto a seus Clientes expressivos resultados e, conseqüentemente, maior reconhecimento e atuação no mercado empresarial.
Como toda realização de um sonho requer a reunião de pessoas competentes e talentosas, a EstAção RH mantém a atenção na identificação, atração, seleção e formação de sua equipe, a qual se mantém em constante aprimoramento e estudo para atender e superar as necessidades e expectativas apresentadas por nossos Clientes, e os desafios a que são submetidos.
E para dar continuidade a esta trajetória de sucesso, que em 2011, a EstAção RH agrega em seu time executivo, Waldete Silva, nova sócia diretora, profissional com ampla atuação e experiência no mercado, na área de gestão de pessoas. Faz parte da nossa história expandir e nos manter conectados às tendências e mudanças projetadas para o contexto global que influenciam direta ou indiretamente os mercados em que atuam nossos Clientes. Para isso, o constante aprimoramento de nossa equipe é desenvolvido tanto no Brasil quanto no exterior.