ADILSON SOUZA*
PARA A LIDERANÇA
Nos últimos tempos percebe-se uma preocupação e atenção com a construção e consolidação da Marca, e aqui ainda me refiro à marca empresarial. E isso não diz respeito apenas às grandes corporações, as micro, pequenas e médias empresas também estão atentas. Mas o meu propósito nesse espaço é provocar e desafiá-los a algumas reflexões, em especial no que tange a nossa Marca Pessoal. Você já parou para pensar “O que faz as pessoas lembrarem de você?”; “As lembranças que as pessoas têm de você é a que você gostaria de ter?”
Um dos assuntos mais discutidos dentro das organizações hoje é a Liderança. Após algumas transformações na maneira de se fazer gestão, ampliando o foco que antes estava restrito aos negócios para as pessoas e como elas podem e devem trabalhar, essa figura passou a ser o centro motivador de grandes conquistas, uma vez que é capaz de impulsionar o crescimento de outras pessoas e das empresas em que se encontram. Mas ainda temos que tomar cuidado para não interpretarmos de maneira errada o que vem a ser a liderança e como exercê-la de modo positivo.
No mundo empresarial/dos negócios os profissionais são cada vez mais desafiados a buscarem o auto desenvolvimento, a melhoria da qualidade e dos resultados, portanto essas vivências possibilitam o contato com as questões do dia-a-dia, tais como: motivação, novos territórios e descobertas, conquistas, decisões e superação.
A ESTAÇÃO SUPERAÇÃO CONTRIBUI PARA QUE AS PESSOAS ENTREM EM CONTATO COM SEUS TALENTOS E LIMITAÇÕES POR MEIO DA VIVÊNCIA E EXPERIÊNCIA E QUE POSSAM FAZER MELHOR USO DE SUAS COMPETENCIAS EM SUAS VIDAS PESSOAIS E PROFISSIONAIS.
“ O QUE VALE NA VIDA NÃO É O PONTO DE PARTIDA E SIM A CAMINHADA. CAMINHANDO E SEMEANDO, NO FIM TERÁS O QUE COLHER” CORA CORALINA
NOSSAS METAS
DESTAQUE: ÁREA DE PROJETOS ESPECIAIS
Projeto Realizado:
Próximos Projetos:
VALE SAGRADO / MACHU PICCHU (PERÚ)
“ Desafios nos despertam, nos motivam, nos forçam ao desenvolvimento e à auto superação.
Fazemos escolhas e moldamos nosso destino, escolhemos que tipo de pessoa queremos ser e a qual sociedade pertencer. Com nossas escolhas pagamos nosso preço, abrimos mão de várias conquistas e experiências para obtermos outras.
Em alguns momentos nos questionamos sobre nossa capacidade de voar mais alto ou acrescentar algo mais a nosso destino. Quando estas questões ocupam um espaço considerável em nossa mente, mesmo estando em nossa zona de conforto, é chegado o momento de reconectarmos.
Reconectarmos com nós mesmos e com o mundo em que vivemos. Aventurarmo-nos em novas conquistas e novos territórios nos garante renovação e a satisfação do autoconhecimento sob a lente de aumento do Universo, de entendermos e respeitarmos pontos fortes e fragilidades, de darmos conta de quanta semelhança existe na diversidade cultural e que o respeito mútuo é a linguagem universal.
A superação nos leva ao desenvolvimento. Desenvolvimento nos leva ao nosso objetivo pessoal e profissional. Aventuras fora de nosso cotidiano nos ensinam que a superação vem conforme a necessidade, que nossos instintos nos levam a decisões muitas vezes não tão racionais, porém eficazes.
Descubra as escolhas que realmente contam em momentos críticos, seu nível de condicionamento físico, mental e emocional.
Desafie-se. Escolha seu próximo destino ou missão, supere-se e aventure-se indo mais fundo ou chegando ao topo.” parte do texto de Adriana Mirage.
* Serão agendadas reuniões prévias para apresentação e detalhamento de cada um dos projetos.
O Marketing Institucional não tem como objetivo imediato à venda, pois visa criar atitudes, comportamentos e sentimentos favoráveis aos diversos segmentos do público com relação à empresa que o aplica. A imagem de uma empresa junto ao consumidor é uma questão importante no sucesso das vendas nos dias de hoje,composto por um ambiente competitivo com as variáveis do mundo globalizado como a crise financeira , concorrência e novos valores ligados ao consumo.
FREAKONOMICS – O LADO OCULTO E INESPERADO DE TUDO O QUE NOS AFETA
Autor: LEVITT, Steven D.; DUBNER, Stephen J.
Ano: 2005
Editora: Elseviers
Por Bruno Mathias (
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Esse é um livro, digamos, diferente, como o próprio nome o denota. Não encontramos clichês, tampouco alento sobre nosso conturbado cotidiano.
A dupla de autores (Levitt, um economista excêntrico, e Dubner, um jornalista) nos mostra um trabalho desse economista incomum, em uma linguagem bem interessante. O foco desse trabalho é questionar a “sabedoria comum”, e estabelecer relações nunca imaginadas.
Passando de questões interessantes e curiosas, como “O que os professores e os lutadores de sumo têm em comum?”, àquelas mais inquietantes sobre a redução da criminalidade ou “O que faz um pai ser perfeito?”, descobrimos o que significa explorar novos horizontes para fugir de respostas triviais.
E, assim, é exatamente nesse ponto que reside a maior qualidade dessa obra: o incentivo a novos olhares sobre assuntos comuns, a mudança do sentido da linha de raciocínio para se encontrar novas respostas.
Como os próprios autores concluem, após essa leitura, talvez passemos a questionar muito mais os acontecimentos. “Muitas dessas perguntas não nos levarão a coisa alguma, e outras produzirão respostas interessantes e até mesmo surpreendentes”.
Seja como for, uma coisa é certa: se for possível produzir uma expansão na forma de pensar, de refletir sobre os fatos, comportamentos e atitudes, a leitura terá valido a pena.
Por Leandro Machado (
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Este livro vem demonstrar a real importância de “enxergar” o mundo. Certamente existe uma grande diferença entre ver e enxergar.
Seria incoerente fazer tal afirmação? Dizer que muitas vezes olhamos e não enxergamos? Talvez não. Vejamos alguns exemplos:
Talvez por uma questão cultural que vem sendo lentamente implantada em nossa mente dia após dia, não conseguimos enxergar a verdadeira imagem que nossos olhos focam.
É como se estivéssemos sendo anestesiados por uma droga lenta e contínua que nos remete a ver a vida com normalidade, que nos ensina que o sofrimento e dificuldades somente existem quando sentimos na pele, que nosso semelhante não sofre com tais problemas e se sofre problema dele.
Como meu grande amigo Bruno descreveu perfeitamente no início do texto, talvez após a leitura deste livro passemos a questionar mais e mais os acontecimentos, e tenho certeza, nossos questionamentos podem incomodar muita gente e principalmente revelar novas perspectivas.
E o que pretendo dizer com “nossos questionamentos podem incomodar muita gente”? Quero dizer que isso afetará a “zona de conforto” de quem está ao nosso redor, e isso incomoda e muito.
Temos intrínseco um espaço que delimitamos como nossa “zona de conforto” e um espaço que entendemos como “zona de questionamento”. Geralmente, claro que inconscientemente, tendemos a fugir da “zona de questionamento” pois, o que entendemos (“zona de conforto”), dominamos e assim podemos influenciar pessoas.
Mesmo antes de lerem o livro, recomendo um exercício a todos. Sugiro expandirem sua zona de conforto, não de maneira brusca, mas aos poucos, lentamente.
Para começar faça uma relação mental de tudo que você não faz porque não gosta. Depois, passe a fazer pelo menos uma dessas coisas todos os dias.
- Pode ser uma pessoa de seu trabalho que você nunca cumprimentou por pensar que ela “não vai com sua cara”;
- Pode ser uma ligação que você sempre repasse por entender que não tem conhecimento total para prosseguir com o atendimento;
- Pode ser eliminar a buzina e conceder passagem a todos os carros que lhe solicitarem;
Enfim, faça algo diferente todos os dias e perceba ao final do dia como isso lhe fez bem, você estará expandindo sua “zona de conforto”.
Melhoria de Performance. Orientação especializada focada no desenvolvimento da carreira de nossos Clientes.
Construção de planos de desenvolvimento pessoal e profissional.
A identificação de seus pontos fortes e de melhoria permitem não apenas poder desenhar um mapa de si próprio ou do negócio, mas também atuar estrategicamente com esse conhecimento claro.
O trabalho de coaching atua com esse foco de diagnóstico e desenvolvimento, conduzindo a cenários nítidos do futuro do profissional e do negócio. É aprender a gerir e agir com as potencialidades da empresa-humana.
Por Adriana Mirage.
Desafios nos assustam, nos motivam, nos forçam ao desenvolvimento e à auto superação.
Desde bebês encaramos os primeiros desafios como aprender a caminhar, falar, andar de bicicleta. Iniciamos a escola, damos o primeiro beijo, buscamos o primeiro emprego e, com nossas conquistas básicas, fortalecemos o nosso “EU” e criamos quem somos hoje.
DANÇA COM LOBOS
Direção: Kevin Costner, 1990
Por Adilson Souza (
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O filme retrata a história de ocupação das terras indígenas pelos “homens brancos”.
É excelente para trabalhar com valores, princípios, estratégias, visão de curto, médio e longo prazo, além de liderança e habilidade de adaptação e estabelecimento do vínculo de confiança.
Mas aqui irei me ater a apenas três aspectos: estratégias, liderança e equipes. O primeiro aspecto – Estratégia – é bastante evidenciado quando o inverno já mostra seus primeiros sinais e a tribo já percebe a escassez de suprimentos (carne e pele de búfalos). Neste momento, a procura por uma manada já durava algumas semanas e o desespero já beirava as famílias daquela tribo, quando, numa determinada madrugada, de uma belíssima lua cheia, os índios em suas ocas foram acordados com um tremor de terra. Era um indício de que alguma manada passava por aquelas redondezas. Os chefes, então, silenciosamente, se organizaram e foram até o topo de uma montanha e assim localizaram a manada. Estavam eufóricos, mas naquele momento não atacaram, pois precisariam observar “quem” era o líder da manada. Essa era a principal estratégia dos índios. E então, localizado o líder da manada, eles o acompanharam e o abateram. Como uma manada de búfalos leva certo tempo para eleger outro líder, os índios teriam tempo suficiente para angariar o que fosse necessário, e somente o necessário, para superar o próximo inverno.
Diante dessa analogia, enalteço o segundo aspecto – Liderança – e podemos então estabelecer uma comparação com a boa parte das organizações, as quais possuem apenas um líder (Equipes de Líder Único): quando você o tem, ótimo! Quando não, há um monte de gente “batendo cabeça”. No entanto, não se pode entender que Equipes (o terceiro aspecto) de Líder Único são ruins. O que define sua qualidade ou eficiência será a situação, por isso também estabelecemos a analogia com a Liderança Situacional.
Em contrapartida, podemos trazer outro modelo: o da disposição dos gansos selvagens, os quais pela própria disposição em “V” conseguem potencializar o vôo e economizar 75% de energia. E também esse modelo não é de todo bom, pois o que define sua eficácia e assertividade é a situação.
E que tal gerar uma fusão dos modelos? Teríamos então o “Vôo dos Búfalos” ou a “Manada de Gansos”. Força, Direção e Flexibilidade.
Saboreiem a história e desfrutem de um filme que também recebeu o Oscar em Fotografia. Vocês entenderão o porquê.
Divirtam-se
Beijo no coração
Abraços
OBS: Comentários e analogias realizados com as turmas da pós-graduação da ESPM na disciplina Liderança e Gestão de Equipes.
por Bruno Mathias ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
Caro leitor, você certamente já ouviu falar em Networking, mais um dos termos em inglês que a administração de hoje valoriza (às vezes até demasiadamente), e define o rumo de muitas carreiras de profissionais inseridos no complexo mercado de trabalho atual. Muitos desses profissionais impulsionam suas carreiras por possuírem e cuidarem de suas redes de relacionamento; outros, porém, são apanhados por armadilhas criadas por essas mesmas redes. É por isso que, estando em tamanha evidência e exercendo tanta influência, há de se refletir sobre o tema e passar a inseri-lo, sim, em seu planejamento de carreira. Vamos, portanto, rapidamente, partir do princípio: o conceito de Networking e sua importância.
CASAIS INTELIGENTES ENRIQUECEM JUNTOS
Autor: CERBASI, GUSTAVO PETRASUNAS
Editora: GENTE
Um dos maiores detonadores de brigas entre o casal são as dificuldades financeiras. Faltou dinheiro para pagar as contas? Para Gustavo Cerbasi, a causa desse desentendimento é a falta de conversa em família sobre dinheiro. Em geral o casal só fala sobre o assunto quando a bomba já estourou. E, como não discute a questão a dois, a maioria não faz um orçamento, não guarda dinheiro para atingir suas metas (ou, pior ainda, cada um tem seu objetivo, que o outro não conhece), não tem planos para a manutenção de seu padrão de vida no futuro, toma decisões de compra sem refletir, investe mal o dinheiro que eles suaram tanto para ganhar... Tem jeito? Sim, é possível mudar esse quadro se houver vontade e compromisso do casal, seja qual for seu orçamento. Com sugestões para casais em qualquer fase do relacionamento, dos namorados aos casais com filhos adultos, "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos" mostra diferentes estratégias para formar uma parceria inteligente, ao longo da vida, na administração das finanças da família. Ele traz também testes que avaliam a capacidade do casal em construir riqueza.
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Missão, Visão e Valores
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Missão Existimos para atuar no desenvolvimento do potencial humano, a fim de que os resultados almejados por nossos Clientes(pessoas e organizações) sejam alcançados de forma estruturada, coerente, sustentável, em um ambiente saudável e instigante. VisãoSermos referencial em desenvolvimento de pessoas, com foco na excelência organizacional, reconhecidos pelos nossos Clientes. Ética, parceria, respeito, responsabilidade, comprometimento com os resultados, trabalho em equipe, criatividade e bom humor norteiam nossas ações e atitudes para a superação das expectativas de nossos Clientes. |
