“O processo de coaching forneceu conceitos e “ferramentas” multidisciplinares que potencializaram meu desempenho profissional. Entretanto, o foco principal deste trabalho foi o ser humano. Tratou-se de um processo coerente, imparcial e que claramente seguiu uma metodologia.
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MESTRE DOS MARES: O LADO MAIS DISTANTE DO MUNDO
Direção: Peter Weir, 2003
Por Bruno Mathias (Palestrante) (
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No período das guerras napoleônicas, um navio inglês é atacado por uma embarcação francesa, mais poderosa e mais rápida, e busca sua superação em uma revanche. O filme é uma aula de gestão de pessoas, rico nos detalhes entre relacionamento interpessoal, questões de liderança, além de um show de estratégia.
Palestrante, Master-trainer em Programação Neurolinguística, Doutorando em Liderança pela Florida Christian University – Orlando / Florida – USA, Mestrado em Psicologia; Pós-graduado em: Educação, Adm. de Empresas e Adm. de Recursos Humanos; Graduado em Ciências Econômicas.
Vendas fracas, Metas não cumpridas, Faltas e atrasos, Moral baixo, Mentalidade negativa, Medo no trabalho, Rotatividade na equipe, Resultados abaixo do esperado e conflitos no departamento.....TA FALTANDO MOTIVAÇÃO NA EQUIPE!
Todos os departamentos de uma empresa são importantes para manter o seu equilíbrio, mas sem o departamento de vendas ela não se mantém.
Autor: Leandro Machado
Para começar este artigo, gostaria de uma rápida reflexão:
“Sempre nos ensinaram a ver o todo, ou nossa visão foi sempre dirigida para enxergar o mundo segmentado?”
Puxem na memória se as frases abaixo não são constantemente ouvidas:
FREAKONOMICS – O LADO OCULTO E INESPERADO DE TUDO O QUE NOS AFETA
Autor: LEVITT, Steven D.; DUBNER, Stephen J.
Ano: 2005
Editora: Elseviers
Por Bruno Mathias (
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Esse é um livro, digamos, diferente, como o próprio nome o denota. Não encontramos clichês, tampouco alento sobre nosso conturbado cotidiano.
A dupla de autores (Levitt, um economista excêntrico, e Dubner, um jornalista) nos mostra um trabalho desse economista incomum, em uma linguagem bem interessante. O foco desse trabalho é questionar a “sabedoria comum”, e estabelecer relações nunca imaginadas.
Passando de questões interessantes e curiosas, como “O que os professores e os lutadores de sumo têm em comum?”, àquelas mais inquietantes sobre a redução da criminalidade ou “O que faz um pai ser perfeito?”, descobrimos o que significa explorar novos horizontes para fugir de respostas triviais.
E, assim, é exatamente nesse ponto que reside a maior qualidade dessa obra: o incentivo a novos olhares sobre assuntos comuns, a mudança do sentido da linha de raciocínio para se encontrar novas respostas.
Como os próprios autores concluem, após essa leitura, talvez passemos a questionar muito mais os acontecimentos. “Muitas dessas perguntas não nos levarão a coisa alguma, e outras produzirão respostas interessantes e até mesmo surpreendentes”.
Seja como for, uma coisa é certa: se for possível produzir uma expansão na forma de pensar, de refletir sobre os fatos, comportamentos e atitudes, a leitura terá valido a pena.
Por Leandro Machado (
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Este livro vem demonstrar a real importância de “enxergar” o mundo. Certamente existe uma grande diferença entre ver e enxergar.
Seria incoerente fazer tal afirmação? Dizer que muitas vezes olhamos e não enxergamos? Talvez não. Vejamos alguns exemplos:
Talvez por uma questão cultural que vem sendo lentamente implantada em nossa mente dia após dia, não conseguimos enxergar a verdadeira imagem que nossos olhos focam.
É como se estivéssemos sendo anestesiados por uma droga lenta e contínua que nos remete a ver a vida com normalidade, que nos ensina que o sofrimento e dificuldades somente existem quando sentimos na pele, que nosso semelhante não sofre com tais problemas e se sofre problema dele.
Como meu grande amigo Bruno descreveu perfeitamente no início do texto, talvez após a leitura deste livro passemos a questionar mais e mais os acontecimentos, e tenho certeza, nossos questionamentos podem incomodar muita gente e principalmente revelar novas perspectivas.
E o que pretendo dizer com “nossos questionamentos podem incomodar muita gente”? Quero dizer que isso afetará a “zona de conforto” de quem está ao nosso redor, e isso incomoda e muito.
Temos intrínseco um espaço que delimitamos como nossa “zona de conforto” e um espaço que entendemos como “zona de questionamento”. Geralmente, claro que inconscientemente, tendemos a fugir da “zona de questionamento” pois, o que entendemos (“zona de conforto”), dominamos e assim podemos influenciar pessoas.
Mesmo antes de lerem o livro, recomendo um exercício a todos. Sugiro expandirem sua zona de conforto, não de maneira brusca, mas aos poucos, lentamente.
Para começar faça uma relação mental de tudo que você não faz porque não gosta. Depois, passe a fazer pelo menos uma dessas coisas todos os dias.
- Pode ser uma pessoa de seu trabalho que você nunca cumprimentou por pensar que ela “não vai com sua cara”;
- Pode ser uma ligação que você sempre repasse por entender que não tem conhecimento total para prosseguir com o atendimento;
- Pode ser eliminar a buzina e conceder passagem a todos os carros que lhe solicitarem;
Enfim, faça algo diferente todos os dias e perceba ao final do dia como isso lhe fez bem, você estará expandindo sua “zona de conforto”.
Parabéns por estes 10 anos de empresa.
Temos certeza que essa comemoração será celebrada várias e outras várias vezes.
"Desde que iniciamos o coaching comecei a ter uma visão diferente sobre os processos de trabalhos, tarefas, comportamento, gerenciamento de equipe e relacionamento. Tive um crescimento profissional significativo e coloquei mais em prática o aprendizado,
VIRANDO O JOGO
Direção: Howard Deutch, 2000
Por Adilson Souza (
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O filme retrata uma organização (time de futebol americano) bem sucedida em que os atletas profissionais resolvem fazer greve reivindicando melhores salários. No entanto, o Presidente do time não está disposto a ceder, em especial por que percebe que os seus atletas abandonaram valores importantes da empresa e resolve radicalizar e contrata um novo coach (Gene Hackman – treinador McGinty) para o time, dando-lhe carta branca para montar o time que quiser e como quiser, desde que ganhe 3 das 4 partidas finais (Meta).