FREAKONOMICS – O LADO OCULTO E INESPERADO DE TUDO O QUE NOS AFETA
Autor: LEVITT, Steven D.; DUBNER, Stephen J.
Ano: 2005
Editora: Elseviers
A você, que está dedicando seu valioso tempo a esta leitura, já iniciamos com nossos sinceros agradecimentos. Assim, queremos lhe oferecer, aqui, um comentário com uma dinâmica diferente. Exploramos três pontos-de-vista, diferentes e complementares, sobre uma obra que trata, exatamente, sobre a beleza de procurarmos o que há de diferente no que comumente enxergamos.
Aproveite, e deixe sempre os sentidos aguçados para tudo que lhe rodeia. Você pode se surpreender.
Um grande abraço,
Leandro Machado, Anderson Pinheiro, Bruno Mathias
Por Bruno Mathias (
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)
Esse é um livro, digamos, diferente, como o próprio nome o denota. Não encontramos clichês, tampouco alento sobre nosso conturbado cotidiano.
A dupla de autores (Levitt, um economista excêntrico, e Dubner, um jornalista) nos mostra um trabalho desse economista incomum, em uma linguagem bem interessante. O foco desse trabalho é questionar a “sabedoria comum”, e estabelecer relações nunca imaginadas.
Passando de questões interessantes e curiosas, como “O que os professores e os lutadores de sumo têm em comum?”, àquelas mais inquietantes sobre a redução da criminalidade ou “O que faz um pai ser perfeito?”, descobrimos o que significa explorar novos horizontes para fugir de respostas triviais.
E, assim, é exatamente nesse ponto que reside a maior qualidade dessa obra: o incentivo a novos olhares sobre assuntos comuns, a mudança do sentido da linha de raciocínio para se encontrar novas respostas.
Como os próprios autores concluem, após essa leitura, talvez passemos a questionar muito mais os acontecimentos. “Muitas dessas perguntas não nos levarão a coisa alguma, e outras produzirão respostas interessantes e até mesmo surpreendentes”.
Seja como for, uma coisa é certa: se for possível produzir uma expansão na forma de pensar, de refletir sobre os fatos, comportamentos e atitudes, a leitura terá valido a pena.
Por Leandro Machado (
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)
Este livro vem demonstrar a real importância de “enxergar” o mundo. Certamente existe uma grande diferença entre ver e enxergar.
Seria incoerente fazer tal afirmação? Dizer que muitas vezes olhamos e não enxergamos? Talvez não. Vejamos alguns exemplos:
Talvez por uma questão cultural que vem sendo lentamente implantada em nossa mente dia após dia, não conseguimos enxergar a verdadeira imagem que nossos olhos focam.
É como se estivéssemos sendo anestesiados por uma droga lenta e contínua que nos remete a ver a vida com normalidade, que nos ensina que o sofrimento e dificuldades somente existem quando sentimos na pele, que nosso semelhante não sofre com tais problemas e se sofre problema dele.
Como meu grande amigo Bruno descreveu perfeitamente no início do texto, talvez após a leitura deste livro passemos a questionar mais e mais os acontecimentos, e tenho certeza, nossos questionamentos podem incomodar muita gente e principalmente revelar novas perspectivas.
E o que pretendo dizer com “nossos questionamentos podem incomodar muita gente”? Quero dizer que isso afetará a “zona de conforto” de quem está ao nosso redor, e isso incomoda e muito.
Temos intrínseco um espaço que delimitamos como nossa “zona de conforto” e um espaço que entendemos como “zona de questionamento”. Geralmente, claro que inconscientemente, tendemos a fugir da “zona de questionamento” pois, o que entendemos (“zona de conforto”), dominamos e assim podemos influenciar pessoas.
Mesmo antes de lerem o livro, recomendo um exercício a todos. Sugiro expandirem sua zona de conforto, não de maneira brusca, mas aos poucos, lentamente.
Para começar faça uma relação mental de tudo que você não faz porque não gosta. Depois, passe a fazer pelo menos uma dessas coisas todos os dias.
- Pode ser uma pessoa de seu trabalho que você nunca cumprimentou por pensar que ela “não vai com sua cara”;
- Pode ser uma ligação que você sempre repasse por entender que não tem conhecimento total para prosseguir com o atendimento;
- Pode ser eliminar a buzina e conceder passagem a todos os carros que lhe solicitarem;
Enfim, faça algo diferente todos os dias e perceba ao final do dia como isso lhe fez bem, você estará expandindo sua “zona de conforto”.
Rose Aparecida de França ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
Será que já paramos para perceber o quanto nossos gestos falam e às vezes até gritam aos olhos dos outros? Será que já observamos quantas oportunidades perdemos e quantos negócios deixamos de concretizar por simples expressões faciais e corporais transmitidas ao acaso e sem consciência?
Acredito que poucos param para analisar o quanto a linguagem não-verbal influencia e muitas vezes decide um jogo ou uma partida.
Coleção: Na vida como no esporte
Autor: Jordan, Michael
Tradutor: Figueiredo, Cláudio
Organizador: Rezende, Bernardo Rocha de (Bernardinho)
Editora: Sextante
Por: Adilson Souza ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
Se você pretende ser um atleta de altíssima performance ou um profissional de destaque em seu mercado de atuação deve dedicar alguns preciosos minutos para essa leitura.
O livro traz uma parte importante do modelo mental do Michael Jordan, modelo esse que conseguiu ajudá-lo nas conquistas da vida pessoal e profissional. Quando trazemos e comparamos o sucesso pessoal com o profissional, percebemos que é algo relativamente difícil para a maioria dos mortais. Mas certamente vale de ótimas reflexões a começar com o que Jordan fez e que tem a ver com aquilo estamos fazendo e talvez aquilo que podemos aplicar em nossas carreiras.
Trata-se de um grande exemplo de perseverança, dedicação, disciplina, determinação, liderança, equipes e relacionamentos,
Uma ótima leitura.
Beijo no coração.
Abraços,
Adilson Souza.
OS 7 HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES
Autor: COVEY, STEPHEN R.
Editora: BEST SELLER LTDA
O livro, considerado um dos mais influentes do século XX no mundo dos negócios, está completando 15 milhões de exemplares em todo o mundo e ocupou as listas de mais vendidos durante oito anos consecutivos. Esta nova edição especial de aniversário traz prefácio assinado pelo autor sobre a importância dos 7 Hábitos na atualidade e respostas às perguntas mais comuns de seus leitores.
Por Adilson Souza ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
O filme retrata a história de ocupação das terras indígenas pelos “homens brancos”.
É excelente para trabalhar com valores, princípios, estratégias, visão de curto, médio e longo prazo, além de liderança e habilidade de adaptação e estabelecimento do vínculo de confiança.
Mas aqui irei me ater a apenas três aspectos: estratégias, liderança e equipes. O primeiro aspecto – Estratégia – é bastante evidenciado quando o inverno já mostra seus primeiros sinais e a tribo já percebe a escassez de suprimentos (carne e pele de búfalos). Neste momento, a procura por uma manada já durava algumas semanas e o desespero já beirava as famílias daquela tribo, quando, numa determinada madrugada, de uma belíssima lua cheia, os índios em suas ocas foram acordados com um tremor de terra. Era um indício de que alguma manada passava por aquelas redondezas. Os chefes, então, silenciosamente, se organizaram e foram até o topo de uma montanha e assim localizaram a manada. Estavam eufóricos, mas naquele momento não atacaram, pois precisariam observar “quem” era o líder da manada. Essa era a principal estratégia dos índios. E então, localizado o líder da manada, eles o acompanharam e o abateram. Como uma manada de búfalos leva certo tempo para eleger outro líder, os índios teriam tempo suficiente para angariar o que fosse necessário, e somente o necessário, para superar o próximo inverno.
Diante dessa analogia, enalteço o segundo aspecto – Liderança – e podemos então estabelecer uma comparação com a boa parte das organizações, as quais possuem apenas um líder (Equipes de Líder Único): quando você o tem, ótimo! Quando não, há um monte de gente “batendo cabeça”. No entanto, não se pode entender que Equipes (o terceiro aspecto) de Líder Único são ruins. O que define sua qualidade ou eficiência será a situação, por isso também estabelecemos a analogia com a Liderança Situacional.
Em contrapartida, podemos trazer outro modelo: o da disposição dos gansos selvagens, os quais pela própria disposição em “V” conseguem potencializar o vôo e economizar 75% de energia. E também esse modelo não é de todo bom, pois o que define sua eficácia e assertividade é a situação.
E que tal gerar uma fusão dos modelos? Teríamos então o “Vôo dos Búfalos” ou a “Manada de Gansos”. Força, Direção e Flexibilidade.
Saboreiem a história e desfrutem de um filme que também recebeu o Oscar em Fotografia. Vocês entenderão o porquê.
Divirtam-se
Beijo no coração
Abraços
OBS: Comentários e analogias realizados com as turmas da pós-graduação da ESPM na disciplina Liderança e Gestão de Equipes.
A EstAção RH parabeniza todas as mulheres por suas inúmeras contribuições, mas em especial pela forma em que presenteiam cada um desses momentos. Sejam esses com doses de delicadeza, alegria, determinação, simpatia, criatividade, companheirismo e/ou amor.
Acreditamos que a força da Mulher é determinante para a consolidação de um mundo melhor.
E como parte dessa homenagem, as Mulheres terão em Março/2012 condições diferenciadas em nossos cursos abertos.
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Por: Adilson Souza ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )
Espetacular para refletirmos e entendermos o processo de evolução e desenvolvimento do ser humano. Permite-nos uma viagem interior e também às descobertas e escolhas que temos ao longo da vida. Relata um mundo mágico, instigante e emocionante, assim como pode ser a vida.
Divirta-se, permita-se a essa preciosa viagem.
Até mais.
Beijo no coração.
Abraços,
Adilson Souza
De novo comigo?
por Leandro Machado (Palestrante e consultor) - Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Mais uma vez venho falar das “façanhas” organizacionais.
Por acaso você já encontrou pessoas em seu ambiente organizacional que reagem negativamente a todos os acontecimentos?
Certamente não, pois esse tipo de comportamento se aplica somente em países desenvolvidos da Europa, aqui no Brasil não somos pessimistas, somos um povo corajoso que não desiste nunca, não é mesmo?
Por Paulo Celso de Toledo Jr.*
Embora conhecida, vale a pena recordar a história do barqueiro de Percepolândia.
“Num distante país, havia uma cidade chamada Percepolândia. Para chegar a ela os viajantes precisavam atravessar um rio muito largo e perigoso. Apenas um barqueiro, muito experiente, fazia essa travessia com toda a segurança. Certo dia chegou uma família que se mudava para a cidade. Durante a travessia o chefe dessa família perguntou ao barqueiro:
EstAção Desenvolvimento
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“A extraordinária viagem rumo ao autoconhecimento e aprendizado”
APRESENTAÇÃO
A EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO EM GESTÃO DE PESSOAS FAZ DA ESTAÇÃO RH UM DESTACADO E DIFERENCIADO PARCEIRO NA ANÁLISE E SOLUÇÃO DAS ESTRATÉGIAS EM TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO.
A ESTAÇÃO DESENVOLVIMENTO PROPORCIONA PROGRAMAS VISANDO FORMAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, AUTOCONHECIMENTO, MELHORIA DA QUALIDADE E DOS RESULTADOS, CONTRIBUINDO PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL, PROFISSIONAL E ATINGIMENTO DOS OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS.
NOSSAS METAS
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Oferecemos Assessment treinamentos, workshops, palestras e oficinas com temas focados no desenvolvimento do capital humano e organizações, no formato aberto e/ou in company.
I . Destaque: TEMAS
Liderança Condução de Equipes Gestão estratégica Vendas Comunicação Competências Motivação Criatividade e Inovação Empreendedorismo Autoconhecimento Superação (EstAção SuperAção) |
