O seriado House (Universal Channel, quintas-feiras, às 23h) é um dos apresenta maior sucesso de audiência atualmente. E não é por menos. A série trata do cotidiano da equipe de um médico (Dr. House) que é gênio em resolver os casos mais complexos de doenças, mas é péssimo no relacionamento interpessoal - ou, ao menos, foge ao que o senso comum considera ser um bom relacionamento. E, já aqui, temos o primeiro tema que vale um olhar crítico sobre a trama. Quanto o bom relacionamento entre as pessoas de um grupo interfere no seu bom desempenho? A resposta para essa pergunta pode ser generalizada, ou o grau de interferência sofre influência das personalidades que compõem esse grupo e da sua identidade como um todo? O bom desempenho de um grupo independente da qualidade de relacionamento entre seus integrantes pode ser perene?
E quando falamos em resultados? Não há como se negar que hoje qualquer ação dentro de uma organização tem seu foco na obtenção de resultados. Eles devem ser planejados e mensaurados, para medir a eficácia de cada ação. O seriado, dentro deste estímulo, acaba sendo ainda mais intrigante e até ousado. No ramo da saúde, a obtenção de bons resultados parece ter uma importância mais clara e relevante, pois uma falha pode custar a vida uma pessoa. Assim, essa premissa constitui abertura para que o comportamento das pessoas envolvidas possa ser relegado a um segundo plano? As atitudes podem ser ousadas, a ponto de ferir a ética para que os resultados sejam obtidos?
É, sim, extraordinário e especialmente provocativo para profissionais da Saúde, Business e interessados em Comportamento Humano, além de fantástico para observação de Liderança e formação de Equipes. Traz elementos importantes e fundamentais para observamos raciocínio, visão sistêmica e holística.
Recheado de aprendizado, em especial no que diz respeito a "sair da superfície". Indo além, um mergulho na busca e obsessão em solucionar problemas.
Aproveitem e divirtam-se
Beijo no coração
Abs
Adilson Souza (Coach e Palestrante) e Bruno Mathias (Palestrante)
Estação Superação
No mundo empresarial/dos negócios os profissionais são cada vez mais desafiados a buscarem o auto desenvolvimento, a melhoria da qualidade e dos resultados, portanto essas vivências possibilitam o contato com as questões do dia-a-dia, tais como: motivação, novos territórios e descobertas, conquistas, decisões e superação.
A ESTAÇÃO SUPERAÇÃO CONTRIBUI PARA QUE AS PESSOAS ENTREM EM CONTATO COM SEUS TALENTOS E LIMITAÇÕES POR MEIO DA VIVÊNCIA E EXPERIÊNCIA E QUE POSSAM FAZER MELHOR USO DE SUAS COMPETENCIAS EM SUAS VIDAS PESSOAIS E PROFISSIONAIS.
“ O QUE VALE NA VIDA NÃO É O PONTO DE PARTIDA E SIM A CAMINHADA. CAMINHANDO E SEMEANDO, NO FIM TERÁS O QUE COLHER” CORA CORALINA
NOSSAS METAS
DESENVOLVIMENTO DE NOVAS HABILIDADES
CONTATO COM CRENÇAS E VALORES
RELAÇÕES INTRA E INTERPESSOAIS
POTENCIALIDADES INDIVIDUAIS
APRENDIZAGEM, CONSCIENTIZAÇÃO E SUPERAÇÃO
MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA E DO TRABALHO
MELHORIA DOS OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS: PRODUTIVIDADE, CLIMA E RESULTADOS
“ Desafios nos despertam, nos motivam, nos forçam ao desenvolvimento e à auto superação.
Fazemos escolhas e moldamos nosso destino, escolhemos que tipo de pessoa queremos ser e a qual sociedade pertencer. Com nossas escolhas pagamos nosso preço, abrimos mão de várias conquistas e experiências para obtermos outras.
Em alguns momentos nos questionamos sobre nossa capacidade de voar mais alto ou acrescentar algo mais a nosso destino. Quando estas questões ocupam um espaço considerável em nossa mente, mesmo estando em nossa zona de conforto, é chegado o momento de reconectarmos.
Reconectarmos com nós mesmos e com o mundo em que vivemos. Aventurarmo-nos em novas conquistas e novos territórios nos garante renovação e a satisfação do autoconhecimento sob a lente de aumento do Universo, de entendermos e respeitarmos pontos fortes e fragilidades, de darmos conta de quanta semelhança existe na diversidade cultural e que o respeito mútuo é a linguagem universal.
A superação nos leva ao desenvolvimento. Desenvolvimento nos leva ao nosso objetivo pessoal e profissional. Aventuras fora de nosso cotidiano nos ensinam que a superação vem conforme a necessidade, que nossos instintos nos levam a decisões muitas vezes não tão racionais, porém eficazes.
Descubra as escolhas que realmente contam em momentos críticos, seu nível de condicionamento físico, mental e emocional.
Desafie-se. Escolha seu próximo destino ou missão, supere-se e aventure-se indo mais fundo ou chegando ao topo.” parte do texto de Adriana Mirage.
* Serão agendadas reuniões prévias para apresentação e detalhamento de cada um dos projetos.
Trata-se de um filme instigante, baseado em uma história real que retrata uma passagem da história americana em que se configuravam os (fortes) conflitos raciais.
Duelo de titãs
DUELO DE TITÃS Direção: Boaz Yakin, 2000
O filme permite diversas analogias com o contexto empresarial, dado o momento atual em que grandes corporações se fundem fazendo com que os choques culturais sejam inevitáveis.
Ótimo para observarmos as estratégias no que diz respeito à Gestão de Pessoas, em especial no tocante ao processo de desenvolvimento de liderança e formação de equipes.
Pode-se também evidenciar os estilos de liderança necessários para cada situação, a chamada Liderança Situacional, e, mostrando sua aplicação, o técnico Herman Boone (Denzel Washington) demonstra uma competência fundamental para um Gestor: a identificação de lideranças e talentos.
Como profissional, Boone se encontra em momento crucial da carreira: a chance de ouro lhe é oferecida, e ele sabe que precisa fazer esse momento acontecer da melhor forma.
O ponto principal: o que significa, exatamente, “fazer acontecer da melhor forma”? A correlação com o mundo corporativo nos responde: trazer os resultados. OS MELHORES RESULTADOS.
Alguns dados importantes: ele (Boone) é seguro de si. Sabe de suas qualidades e competências, e define suas estratégias para conduzir o time ao objetivo - ser campeão da temporada. É claro que, primeiramente, ele tem de montar um time, já que o início apresenta um iminente processo de mudanças drásticas para os valores instalados na própria sociedade, e os jogadores, brancos e negros, não se vêem como tal.
É momento de se colocar em prova tudo aquilo que se idealiza. As provocações e circunstâncias o farão sair do caminho (trilho)?
O novo técnico assume também um papel muito maior do que lutar apenas para ser vencedor no campeonato. Ele significa a esperança de toda uma parcela excluída da sociedade: a da população negra. Sendo visto como um “salvador”, ele tem que lidar com altas expectativas de quem o apoia. A pressão, os desafios e obstáculos aumentam.
Boone sabe do que precisa, e utiliza suas melhores estratégias para conseguir. Ele precisa de um time. Um time que não existe, por falta de coesão, de respeito entre todos os integrantes. Essas estratégias adotadas incluem cobrança demasiada, muito treino, e, explicitamente, nas palavras do técnico, autoritarismo. A Liderança Situacional representa as variações no estilo de liderança aplicado, dependendo da situação apresentada, e nos traz questões provocativas. Por exemplo, o autoritarismo é um modelo válido, ainda nos dias de hoje? O seu grupo de liderados, as características do ambiente e o momento vivenciado podem validar esse estilo de liderança?
Se sua resposta for “sim”, acrescente uma variante: o quanto esse estilo, portanto, deve perdurar?
Assim, vemos ser esse um filme muito rico em análises das relações humanas. O próprio contexto particular que envolve os dois técnicos, merece destaque, assim como a análise do papel do técnico auxiliar do time, o que poderá ser feito em outra oportunidade. Descrevemos aqui algumas de todas essas relações, e muitas outras, com certeza, você irá encontrar (e será muito valioso se desejar compartilhar conosco!).
Se você estiver certo de onde quer chegar, suas possibilidades de ser bem sucedido serão aumentadas. E lembre-se: mais importante do que a velocidade é a direção!
Um desafio adicional: Dentre os integrantes do time, um exerce um papel fundamental para a integração de todos. Você é capaz de identificar qual? (Uma dica: não é o líder formal nem dos “brancos”, nem dos “negros”, utilizando essa separação apenas de forma didática, em relação ao que o filme apresenta).
Beijo no coração
Abraços
Obs.: Escrito e compartilhado com as turmas dos MBAs da USCS em São Caetano do Sul (SP), na disciplina Estratégias na Gestão de Pessoas.
CIRQUE DU SOLEIL - ALEGRIA Direção: Nick Morris, 2003
Por Adilson Souza (
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Mágico, fantástico e instigante para compreenderemos a importância da consolidação e manutenção do DNA da empresa, assim como seus elementos de cultura (ritos, rituais, símbolos, heróis, linguagem, etc.).
É extraordinário para entendermos como uma organização pode e deve fazer para alcançar um nível de alta performance. E isso sé dá quando passamos a observar os bastidores do Cirque.
Em tempo, que magia é essa que nos transporta para um estado de Alegria?
Ela conduz parte do processo de Gestão de Pessoas, em especial do treinamento e desenvolvimento de talentos e equipes. Há um momento “mágico”, o chamado “Taps Rouge” (Tapete Vermelho) que na verdade é “azul”, em que os artistas se reúnem com a diretora geral e procuram o melhor nível de excelência na performance coletiva.
Pode-se também observar parte da estrutura oferecida, a começar pelas condições de trabalho e clima organizacional.
O título não é por acaso, a alegria é expressa com ALEGRIA nas ações de cada integrante, antes, durante e depois de cada espetáculo.
Vale lembrar, o Cirque du Soleil é sempre reverenciado com uma das empresas mais inovadoras e rentáveis.
OBS: Escrito e compartilhado com a turma do MBA do INPG em Piracicaba (SP) na disciplina Modelos Contemporâneos de Gestão.
Até mais
Beijo no coração
Abraços
Psicóloga
Meus queridos amigos Adilson e Anderson,
Foi com muita alegria que participei da festa maravilhosa comemorando o sucesso do negócio e trabalho que vocês fazem com tanta dedicação e empenho. Fazem-no, também, dando um exemplo precioso para nós todos.
A Procura da Felicidade
À PROCURA DA FELICIDADE
(The pursuit of happyness)
Direção: Gabriele Muccino, 2007
Por: Rose França (
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Filme extraordinário para trabalhar valores e competências pessoais e profissionais.
Neste filme, Chris Gardner (Will Smith) mostrou de forma prática o que significa
acreditar em suas competências e o grande significado do foco e da auto-estima no alcançe de seu objetivo.
Comemoração 10 Anos EstAção RH
Com muita alegria em nossos corações, comemoramos em 18/01/2010 o sucesso alcançado nesses 10 Anos de existência da EstAção RH!
Pensamentos
EstAção Desenvolvimento
“A extraordinária viagem rumo ao auto conhecimento e aprendizado”
APRESENTAÇÃO
A EXPERIÊNCIA E CONHECIMENTO EM GESTÃO DE PESSOAS FAZ DA ESTAÇÃO RH UM DESTACADO E DIFERENCIADO PARCEIRO NA ANÁLISE E SOLUÇÃO DAS ESTRATÉGIAS EM TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO.
A ESTAÇÃO DESENVOLVIMENTO PROPORCIONA PROGRAMAS VISANDO FORMAÇÃO, APERFEIÇOAMENTO, AUTOCONHECIMENTO, MELHORIA DA QUALIDADE E DOS RESULTADOS, CONTRIBUINDO PARA O DESENVOLVIMENTO PESSOAL, PROFISSIONAL E ATINGIMENTO DOS OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS.
NOSSAS METAS
APRENDIZAGEM, DESENVOLVIMENTO DE NOVAS HABILIDADES E CONHECIMENTOS
MUDANÇA DE COMPORTAMENTOS E ATITUDES
MELHORIA NAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS
MELHORIA DOS OBJETIVOS ORGANIZACIONAIS: PRODUTIVIDADE, CLIMA E RESULTADO
NOSSAS SOLUÇÕES
Oferecemos treinamentos, workshops, palestras e oficinas com temas focados no desenvolvimento do capital humano e organizações, no formato aberto e/ou in company.
Por Adilson Souza (
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O filme retrata a história de ocupação das terras indígenas pelos “homens brancos”.
É excelente para trabalhar com valores, princípios, estratégias, visão de curto, médio e longo prazo, além de liderança e habilidade de adaptação e estabelecimento do vínculo de confiança.
Mas aqui irei me ater a apenas três aspectos: estratégias, liderança e equipes. O primeiro aspecto – Estratégia – é bastante evidenciado quando o inverno já mostra seus primeiros sinais e a tribo já percebe a escassez de suprimentos (carne e pele de búfalos). Neste momento, a procura por uma manada já durava algumas semanas e o desespero já beirava as famílias daquela tribo, quando, numa determinada madrugada, de uma belíssima lua cheia, os índios em suas ocas foram acordados com um tremor de terra. Era um indício de que alguma manada passava por aquelas redondezas. Os chefes, então, silenciosamente, se organizaram e foram até o topo de uma montanha e assim localizaram a manada. Estavam eufóricos, mas naquele momento não atacaram, pois precisariam observar “quem” era o líder da manada. Essa era a principal estratégia dos índios. E então, localizado o líder da manada, eles o acompanharam e o abateram. Como uma manada de búfalos leva certo tempo para eleger outro líder, os índios teriam tempo suficiente para angariar o que fosse necessário, e somente o necessário, para superar o próximo inverno.
Diante dessa analogia, enalteço o segundo aspecto – Liderança – e podemos então estabelecer uma comparação com a boa parte das organizações, as quais possuem apenas um líder (Equipes de Líder Único): quando você o tem, ótimo! Quando não, há um monte de gente “batendo cabeça”. No entanto, não se pode entender que Equipes (o terceiro aspecto) de Líder Único são ruins. O que define sua qualidade ou eficiência será a situação, por isso também estabelecemos a analogia com a Liderança Situacional.
Em contrapartida, podemos trazer outro modelo: o da disposição dos gansos selvagens, os quais pela própria disposição em “V” conseguem potencializar o vôo e economizar 75% de energia. E também esse modelo não é de todo bom, pois o que define sua eficácia e assertividade é a situação. E que tal gerar uma fusão dos modelos? Teríamos então o “Vôo dos Búfalos” ou a “Manada de Gansos”. Força, Direção e Flexibilidade.
Saboreiem a história e desfrutem de um filme que também recebeu o Oscar em Fotografia. Vocês entenderão o porquê.
Divirtam-se Beijo no coração Abraços
OBS: Comentários e analogias realizados com as turmas da pós-graduação da ESPM na disciplina Liderança e Gestão de Equipes.