|
Certa vez, um rapaz natural do interior de Minas Gerais, filho de um rico fazendeiro que cultiva café, pediu a seu pai que lhe deixasse tentar vestibular na cidade de São Paulo.
No princípio seu pai relutou, porém como era a vontade de seu único filho, lhe concedeu a viagem.
O rapaz veio a São Paulo e prestou vestibular na melhor faculdade de seu interesse e como se dedicou bastante aos estudos conseguiu sua vaga.
|
|
Leia mais...
|
|
|
Algum tempo atrás, recebi um e-mail de um grande amigo, pessoa interessante que conheci na graduação de Administração de Empresas.
Neste e-mail ele perguntava sobre a vida, os contatos, o trabalho e todos os outros temas de praxe que utilizamos quando não vemos alguém há algum tempo, logo depois ele dizia: “Gostaria de saber se é possível me indicar alguma vaga na área de RH, sou um profissional generalista com foco em resultados”.
Por coincidência ou não, naquela manhã havia recebido um e-mail de um headhunter justamente com uma vaga de RH, resolvi então enviar a vaga para meu amigo.
|
|
Leia mais...
|
|
ADILSON SOUZA*
PARA A LIDERANÇA
Nos últimos tempos percebe-se uma preocupação e atenção com a construção e consolidação da Marca, e aqui ainda me refiro à marca empresarial. E isso não diz respeito apenas às grandes corporações, as micro, pequenas e médias empresas também estão atentas. Mas o meu propósito nesse espaço é provocar e desafiá-los a algumas reflexões, em especial no que tange a nossa Marca Pessoal. Você já parou para pensar “O que faz as pessoas lembrarem de você?”; “As lembranças que as pessoas têm de você é a que você gostaria de ter?”
|
|
Leia mais...
|
|
Prof. Dra. Leny Rodrigues Kyrillos*
A comunicação interpessoal no contexto das empresas
Olá, tudo bem? _ Tudo bem, e você? _ Caminhando... e aí, novidades? _ Algumas...
|
|
Leia mais...
|
|
Rose Aparecida de França (
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
)
Será que já paramos para perceber o quanto nossos gestos falam e às vezes até gritam aos olhos dos outros? Será que já observamos quantas oportunidades perdemos e quantos negócios deixamos de concretizar por simples expressões faciais e corporais transmitidas ao acaso e sem consciência?
Acredito que poucos param para analisar o quanto a linguagem não-verbal influencia e muitas vezes decide um jogo ou uma partida.
|
|
Leia mais...
|
|
|
|
|
|
|
JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL |